(...)
Mais uma noite atípica de inverno...
O vento gelado, cortante, penetrava sem pudor em minha pele de maneira mais densa, carregada. Ele trazia lembranças e confusões de um passado que insistia em se fazer presente. Era ele que de uma maneira demasiadamente avassaladora confundia as batidas do meu coração e testava sua paciência.
Angústia.
Foi na chuva fina, amor, que me entreguei ao momento, à sensação, ao sentimento. Percebi que por trás de tanta insegurança só existe alguém que clama por sua atenção diária e por seu amor (maior do mundo).
Enganei-me ao achar que ter a capacidade de não falar era aprender a ser forte. Como poderia, se minha força és tu?
Recrimino-me por criar problemas desnecessários para mim mesma, para nós. Seu sorriso estampado na noite me lembra que este é o tempo de realmente viver; de se entregar por completo, hoje.
Desculpe-me, anjo...
Calafrio.
Ouço, longe e baixinho, sua música; sinto forte seu cheiro. Embrulho então a saudade e mando pra quem provocou nossa distância, por menor que seja.
É o coelho na lua que me inspira a dizer-te: obrigada, amor. Por tudo. Pelas alegrias duplicadas e tristezas divididas; pelo seu amor azul cor do céu.
Só peço que entenda: não sei fingir que amo pouco quando em mim ama tudo, por isso a confusão. Minha confusão.
amay,
ResponderExcluirmandita na academia brasileira de letras já.
lindo!
Nossa, que texto apaixonado e lindo!
ResponderExcluirE falando do coelhinho na lua!!!! *-*
O tempo de se entregar é hoje. É sempre.
Lindo lindo.
Não consigo parar de dizer.. Lindo lindo.
Wow HAHAHAHAHAHAHAHAAHHA
:P
Amanda maei o texto lindoo
ResponderExcluir