quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Juiz de Fora de um olhar poético

A vastidão da minha cidade
denuncia os passos da multidão,
conscientes de sua identidade:
_valores,ideais,conquistas.

Minha cidade é um texto
de páginas abertas,
onde há pegadas eternas do verde,
árvores e vida:
_harmonia e encanto dos passados e presentes.

O Paraibuna reflete em seus movimentos de águas
o vulto cotidiano dos passantes,
que aceleram o ritmo das mãos calejadas
pela intensidade do trabalho,
pela honestidade da sobrevivência.

As raízes da nossa gente
revelam o amor de nossas origens,
traços lusos e germânicos,
diversidade de um povo
que através da luta,
sustenta o ostenta a face do riso.


outubro de 2009,por mim!


Um comentário:

  1. Todos os textos são belíssimos! Eu queria ter esse seu dom de cantar a leveza cotidiana da vida. Quem sabe se um dia não o desenvolvo?

    Prossiga com o blog, tenho certeza de que será maravilhoso para os seus leitores - entre os quais eu me incluo. :)

    Beijos, Mayara :*

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